O preço de não ter gestão financeira no restaurante
Muito dono de restaurante adia a gestão financeira estruturada achando que é um custo que o negócio ainda não comporta. Na prática, costuma ser o oposto: é a ausência de gestão que está consumindo a margem, silenciosamente, todos os meses.
O custo invisível de operar "no feeling"
Sem CMV calculado, sem DRE, sem conciliação de repasses, cada decisão — desde o preço de um prato novo até a contratação de mais um funcionário — é tomada com base em intuição. Às vezes a intuição acerta. Mas o restaurante que só acerta por sorte não tem como escalar nem repetir o resultado.
Onde esse custo aparece na prática
Aparece no CMV que sobe 3 ou 4 pontos percentuais sem ninguém perceber, no repasse de delivery que nunca foi conferido, no prato que é vendido no prejuízo há meses, na folha de pagamento que cresceu mais rápido que o faturamento. Individualmente, cada um parece pequeno. Somados, costumam ser a diferença entre um restaurante lucrativo e um que sobrevive no limite.
Gestão financeira não precisa ser um departamento caro
A ideia de "gestão financeira" costuma assustar porque parece exigir contratar um CFO ou montar um departamento inteiro. Na realidade, para a maioria dos restaurantes, pizzarias e lanchonetes, o que resolve é ter três coisas rodando com constância: CMV atualizado, DRE mensal e conciliação de repasses — seja com equipe própria, seja terceirizado.
O momento certo de estruturar isso é agora
Não existe faturamento "pequeno demais" para ter controle financeiro — existe faturamento pequeno demais para continuar sem ele. Quanto antes esses três pilares estiverem rodando, menor a chance de um problema de margem virar um problema de sobrevivência do negócio.
Quer terceirizar a gestão do seu restaurante?
Falar com a OrbitFood